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Aqui você pode fazer suas perguntas e dirimir suas dúvidas a respeito de finanças pessoais e economia popular. Você receberá a resposta em seu e-mail ou caso não queira se identificar, poderá usar um apelido e ver sua pergunta e resposta publicada aqui. Sua privacidade será guardada independentemente de sua identificação.

 


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Pergunta: Como combater a compulsão da compra, mesmo sabendo estar no vermelho? J.T.R.
10/12/2009

Resposta: Em geral a pessoa compulsiva não presta atenção nesse "detalhe" de estar no vermelho. Quando ela começa a se ligar nesse fato é um bom sinal, e que existe um ponto por onde começar a arrumar o estrago. Isso que estamos chamando de compulsão, pelo menos da forma mais light, a dívida ou a compra funciona como um substituto de outras carências, outras necessidades de ordem não material que estão pendentes. Quando atravessamos crises pessoais, familiares, perdas de pessoas queridas, divórcios, separações, enfim, as causas mais diversas podem disparar esse desejo de ressarcirmos do que a vida nos tirou. Quantas vezes já não ouvimos a frase "Vou me dar isto de presente, eu mereço. Não importa quanto custa". Uma bela desculpa que custará caro depois. Aliás, uma fácil maneira de ficar rico é identificar uma compulsão nos outros e explorá-la. É o que faz o traficante, o bicheiro e o banqueiro. Bem, a primeira coisa para combater a compulsão é identificar as causas que a despertaram e tratá-las. A própria consciência do distúrbio já faz com que a pessoa sinta-se mais forte para dizer não quando é necessário. É preciso, evidentemente, diferenciar o gastador desorganizado que compra por compulsão de casos patológicos. Mas para nós, o que importa é como disse, identificar a compulsão e suas razões, organizar-se, sair das dívidas(se contraídas), e fazer um orçamento pessoal que servirá como linha de conduta. Estar equilibrado financeiramente é uma condição para o bem estar.


 

Pergunta: Por gentileza, gostaria de saber como construir os criterios que definirão qual conta a ser paga primeiro e quais deixo para depois, quando eu receber o restante do dinheiro. Grato - H.
10/12/2009

Resposta: Existem dois tipos de despesas. As administráveis, que são aquelas contas sobre as quais temos o poder de diminuir seu valor ou mesmo de suprimir num orçamento, e em muitos casos, negociáveis. É o caso de lazer, vestuário, bebidas, jantares , cabeleireiro, e temos também as não administráveis, como impostos, aluguéis, financiamentos. Estas últimas tem que ser pagas com prioridade, já que acumulam quando atrasadas e vem com juros, além de outras sanções. Existem despesas que são administráveis na quantidade de serviço utilizado, mas que não podem deixar de ser pagas, como luz, água, telefone, sob pena de suspensão do serviço. No caso de ter que fazer cortes no orçamento, corta-se nas despesas administráveis e muito cuidado ao contratar serviços de longo prazo. Se o dinheiro que vai chegar der para saldar todas as contas, o melhor é pagar as dívidas de juros maiores em primeiro lugar, que normalmente são de cheques especiais, financeiras e rotativos de cartões de crédito.


 

Pergunta: Eu gostaria de abrir uma empresa. Como posso fazer sem gastar muito? A.G.
10/12/2009

Resposta: A melhor forma e mais segura seria procurar um escritório contábil para dar andamento no processo. Existem muitas etapas a seguir e certos acompanhamentos do processo que seria difícil para um leigo administrar. Um profissional poderá indicar qual tipo de empresa é mais adequada ao negócio que se propõe, se empresário, limitada, etc., fazer o contrato social se necessário, tratar de diversos aspectos legais, dos preenchimentos de formulários, do acompanhamento na junta comercial, Receita federal, estadual e municipal, alvará de localização. E posteriormente sua empresa deverá ter uma assessoria contábil, assim esse é o caminho mais fácil e provavelmente mais barato.


 

Pergunta: Terminei o ano com uma pequena quantia na c/c- $20mil- em que comecar a aplicar? - O.R.
10/12/2009

Resposta: A primeira pergunta a ser feita quando sobra um dinheiro, é se vamos precisar dele logo, ou em que prazo. A segunda é se estamos dispostos a correr riscos. Se for de longo prazo, digamos uns dois anos e queremos um retorno maior mesmo que sob algum risco, podemos pensar em ações. Entrar em contato com uma corretora, e ver as possibilidades. Também uma opção é um clube de investimentos, onde a administração, a diversificação da carteira e a diluição dos custos de corretagem possibilitariam uma maior segurança e rentabilidade. No caso de que esses R$ 20.000,00 venham a ser usados em breve para saldar algum compromisso, ou mesmo que não haja interese por maior rentabilidade e sim em segurança do investimento, a opção correta é a caderneta de poupança que é garantida pelo Fundo garantidor de Crédito até R$ 60.000,00 por CPF, e rende TR + 6% a.a.


 

Pergunta: Comprar um automóvel hoje, em 24 vezes, com juros de 0,59% ao mês, é interessante financiar 50% do valor ou devo pagar a vista, usando reservas? J.L.
10/12/2009

Resposta: Mesmo com essa taxa de juros de 0,59% a.m., aparentemente baixa em relação ao praticado no mercado, é preciso levar em conta que é isso mais ou menos o que rende a caderneta de poupança por mês. Se teu dinheiro está investido em algo que renda mais do que isso, é de se perguntar se esse rendimento estará contínuo na mesma taxa pelo próximos dois anos. Em caso positivo, é melhor financiar, mesmo que esteja na poupança, já que pode aparecer um negócio de ocasião que exija liquidez e podes perdê-lo por ter comprado um carro. Mas antes é preciso saber se comprando à vista esse automóvel, qual é o desconto que conseguirá na concessionária. Normalmente se consegue descontos que anulam as vantagens das taxas baixas, ou seja, quando eles baixam as taxas, elevam o preço do carro, tabela cheia como se diz. Chegando com o dinheiro na mão, o desconto aparece. Em geral, o melhor é comprar à vista, mas se não baixarem o preço a vista, compra a prazo.


 

Pergunta: Numa consultoria em engenharia de alimentos, há necessidade de ter uma empresa? Ou posso fazer como pessoa física? C.M.
10/12/2009

Resposta: É sempre recomendável abrir empresa para prestar serviços. Por duas razões. A maioria das empresas não contratam pessoas físicas para serviços para não dar margem a causas trabalhistas no futuro e pedidos de vínculo empregatício, exigindo pagamento de encargos sociais, e desse modo se o profissional não tiver seu CGC, será preterido para a função. A segunda razão é que como empresa pagará menos imposto de renda. Como Pessoa Física, ela pagará Imposto de Renda na Fonte sobre a totalidade da remuneração, e como empresa, apenas sobre o pró-labore que será menor evidentemente, e conforme o valor, até isento.


 

Pergunta:Qual a melhor opção em prestação de consultoria, receber como pessoa física ou jurídica? I.L.
12/12/2009

Resposta: Acho que está respondida na questão anterior. Mesmo que se trate de outro tipo de consultoria os princípios são os mesmos.


 

Pergunta: Tenho um certo "medo" de dívidas a longo prazo... Compra imóvel em 240 meses, por exemplo... Considero o juro muito alto, mas ao mesmo tempo o valor das parcelas não fica muito diferente do que se paga de aluguel, para usufruir de um bem que não é próprio. Em q caso se opta por estes financiamentos ou não? Abraço... S.V.
12/12/2009

Resposta: O problema normalmente está nos contratos e na forma de financiamento, no sistema de amortização. O cidadão que contrai um financiamento, normalmente não calcula os juros e nem tem idéia do que seja um sistema Price ou SAC. Ele apenas toma conhecimento que a prestação inicial é menor que o aluguel e entende que vai poder arcar com aquele valor. Financia e depois vai ver como é que fica. As vezes o contrato traz reforços e correções no bojo que passam despercebido pelo feliz comprador que, otimista, sempre acha que a vida vai melhorar. Qualquer percalço nesse meio tempo, e vinte anos não é pouco tempo, e começa a atrasar prestações, e como disseste, os juros são altos e num prazo tão longo torna-se um montante enorme. Quando o cidadão resolve vender o imóvel ou renegociar com o banco, descobre que grande parte do que já pagou, não serviu para amortizar a dívida, mas apenas para pagar juros. Verifica então que é dono de parte ínfima do imóvel e em caso de vendê-lo receberia quase nada por ele. No sistema Price que rege o financiamento, a maior parte das prestações iniciais são compostas de juros, com um percentual ínfimo de amortização. No decorrer do contrato, esse percentual de amortização aumenta enquanto o percentual de juros diminui, já que as parcelas são iguais. Esses contratos tem gerado uma enormidade de demandas judiciais e normalmente o entendimento é de que os financiamentos sejam calculados pelo SAC com amortização constante, mais justo para o mutuário. Só que esse sistema tem as prestações decrescendo com o passar do tempo, a medida que é feita a amortização e os juros incidentes são evidentemente menores. Isso faz com que as primeiras parcelas sejam altas, desestimulando o comprador que termina aceitando sem saber o Sistema Price. Antes de um fazer um financiamento, consulte um economista ou alguém que possa fazer os cálculos de como seu investimento vai se comportar principalmente à luz do contrato. O sonho da casa própria quase derrubou o mundo no ano passado.


 

Pergunta: Como fazer um planejamento familiar de gastos para todo ano? Quais os itens que devem ser levados em conta? L.S.
13/12/2009

Resposta: Aqui no site, lá em cima no cabeçalho, clica em Planilhas, e em seguida em Planilha de Orçamento Doméstico e baixa um arquivo em excel com a principal ferramenta de orçamento que existe. Ali terás os principais ítens de receitas e despesas que costumam frequentar os orçamentos familiares. Antes de começar o mês, preencha a coluna de Receia Prevista e Despesa prevista. Ajuste duas despesas com a receita, adequando a previsão. No decorrer do mês procure não fugir do orçamento. Lá existem as planilhas para todos os meses do ano. No livro Caminho Azul estão descritos todos os passos para o correto preenchimento das tabelas e suas nuances. Comece por fazer um levantamento de todos os seus gastos dentro de um mês para ter como fazer a previsão para os meses seguintes. No segundo mês já terá adquirido prática e tudo ficará mais fácil.


 

Pergunta: Tenho uma empresa de informática, que trabalho sozinho. Quanto é o recomendável para reservar para investimentos na empresa com compra de ferramentas? E.
13/12/2009

Resposta: Recomenda-se que qualquer profisional reserve parte do que ganha como uma poupança com vistas a aposentadoria, neste caso privada, já que a pública é insuficiente e tende a diminuir com o passar dos anos.Trabalha-se em geral com um mínimo de 10% dos vencimentos mensais. Não existe um valor ou um percentual recomendável para investimentos diretos na atividade. Cada uma tem suas peculiaridades e aportes diferentes. É certo que o rendimento de cada real aplicado em equipamentos profissionais será maior que uma aplicação de caderneta de poupança, por exemplo. Eu teria como sugestão reservar os 10% de poupança, fazer uma retirada para subsistência e concentrar esforços e recursos para equipar da melhor forma sua empresa de informática. Em geral o retorno virá maior e mais rápido com um melhor serviço prestado. Se não for possível assim, o melhor seria postergar a poupança e investi-la na empresa, até porque dela dependerá a poupança futura que você poderá formar quando os investimentos necessários já tiverem sido feitos.


Pergunta: Sou aposentado pelo INSS. Atualmente estou sózinho, mas quando estive casado com minha segunda esposa fui obrigado a recorrer aos empréstimos especiais feitos para os aposentados. Para encurtar a história, depois do primeiro, veio o segundo, etc... Certo, comprometo hoje um terço de minha renda com os empréstimos. Tenho moradia própria, mas entrei com uma ação contra meu condomínio que já está em dois anos, período que não pago o condomínio. O bolo está aumentando. Dos tempos do divórcio do primeiro casamento restaram dívidas que não pude saldar. A última caducaria no próximo ano. Mas estes dias recebi um e mail que não consegui identificar de um empréstimo que fiz, e que não consigo lembrar do que é, de mais oito mil reais. Ou seja, vou ficar mais um período sem crédito na praça. Já estou sem poder comprar a crédito ha oito anos. Ou seja, minha vida está estagnada todo este tempo, pois não consegui mais adquirir nada. Meu atual carro é de 1.994 e rezo pra ele não quebrar poi s se isto ocorrer não vou ter como arrumar. Eu acho que minha vida vai continuar no vermelho e eu não sou colorado, por um bom tempo. Tem alguma saída possível? Agradeço sugestões. R.L.
14/12/2009

Resposta: Tem bastante coisa para ver. Quanto aos empréstimos consignados, é possível procurar taxas de juros melhores pela portabilidade de crédito que o sistema permite. Tu podes pesquisar nos bancos por taxas menores e transferir o empréstimo. Tu falas de um empréstimo que não lembra. Se não for falta de memória realmente, pode ser um golpe que andam aplicando ultimamente onde alguns estelionatários, após comprar cadastros do INSS, fazem empréstimos em nome de aposentados. Pode ser que sejas vítima de falsários, já que dificilmente esqueceria um empréstimo deste valor. Como tens uma ação contra o condomínio, imagino que já tenhas um advogado, e ele poderia verificar isso junto ao banco e ao INSS. Quanto ao condomínio, é preciso dar um jeito de depositar em juízo os valores não contestados, mesmo que esteja subjúdice. Realmente é uma coisa perigosa, podendo dependendo do caso, até a perda do apartamento. Mas estou falando em tese. Teu advogado é que deve te orientar nestas coisas conforme o processo. Na verdade, precisaria de um exame mais cuidadoso. É possível que algumas dívidas já estejam prescritas, já que tem mais de 5 anos e poderiam ser descartadas pois nem apareceriam em cadastros de inadimplentes, mas como disse, depende de melhor exame.


Pergunta:Achas que pra controle das finanças pessoais, bastaria o regime de caixa e nao seria necessario o de competencia, porque? C.P.J.
14/12/2009

Resposta: Regime de Caixa, sem dúvida. Embora não seja do conhecimento geral, até para pequenas empresas já é permitido , como escrita contábil, apenas o Livro Caixa, onde os registros são realizados no momento em que ocorre a entrada ou saída de dinheiro. Para finanças pessoais, onde o controlador não é necessariamente um contador ou conhecedor da matéria mas qualquer pessoa disposta a organizar a vida financeira, o Regime de Competência fugiria da alçada, pela complexidade de registros, onde teria que fazer um plano de contas e registrar entradas e saídas pelo método das partidas dobradas, já que apropria receitas e despesas na ocorrência do fato, independente da entrada ou saída de caixa. Obviamente o Regime de Competência é mais preciso e científico, no entanto, é adequado a empresas. O cidadão comum quer saber quanto dispõe no momento, seja no banco ou no bolso.


Pergunta: Onde iniciar uma poupança com um valor pequeno? N.P.N.
14/12/2009

Resposta: O mais indicado para pequenos valores é a Caderneta de Poupança tanto pela segurança, quanto pela rentabilidade quando trata-se de valores pequenos, já que não sofre imposto de renda e nem taxa de administração.


 

Pergunta: Se quisesse aplicar em moeda estrangeira qual seria a melhor opção dolar ou euro? R.C.
14/12/2009

Resposta: O dolar tem se desvalorizado em relação a outras moedas, inclusive o Real. As pessoas compram dólares quando querem ter algum dinheiro vivo no bolso durante uma viagem. Comprar dolares como investimento não é opção, aliás, a rigor, nenhuma moeda, a menos que tu sejas deste ramo, do câmbio. Um investimento tem que ter como base a segurança, rentabilidade e liquidez. Dinheiro no colchão não rende e pode ser roubado além de perder valor, seja por oscilação do mercado, seja por inflação. O único requisto que atende é o da liquidez. Da forma como a pergunta foi feita, no entanto, eu diria que é o Euro.


 

Pergunta: Qual é a diferença entre aplicar em fundos de ações e diretamente em ações? D.C.
15/12/2009

Resposta: Os fundos de ações tem, como o nome indica, a maior parte de sua carteira composta de ações, mas pode ter outros ativos como de renda fica por exemplo, num percentual bem menor. O fundo cobra uma taxa de administração que não existe ao comprar ações diretamente pela corretora. A diversificação das ações e o conhecimento do administrador diminuem os riscos inerentes a quaisquer aplicações em renda variável. O bom do fundo é que pela performance podemos ter uma noção das habilidades do administrador, mesmo que não signifique garantia futura. A compra direta, o homebroker, precisa de uma atenção maior porque normalmente tende a concentrar mais o portfólio, além de exigir mais leitura e conhecimento de mercado para a escolha das ações a investir. Quanto mais concentração, maiores são as oportunidades de ganho e também os riscos de perda. Na compra direta o único custo é o da corretagem, bem pequena se comparada a taxa de administração de um fundo de ações que varia de acordo com cada fundo, no entanto se a performance é grandiosa, essa comissão não pesa, e em casos de crise como vimos no último ano, é mais uma pedra numa pedreira. Os fundos, assim como os clubes são indicados para iniciantes em renda variável. Caso queira tornar-se um investidor independente, um homebroker, o mais indicado seria começar com valores menores até adquirir conhecimento para vôos mais altos.


 

Pergunta: Olá, venho pesquisando sobre portabilidade de crédito, e inclusive olhei um artigo seu. O que mais me interessa é saber se é possivel para pessoas juridicas, principalmente no que toca ao FINAME, se é possivel portabilizar para outro agente, algo que esta financiado atraves do finame?
Voce tem conhecimento sobre isso? E.L.
02/01/2010

Resposta: Prezado, pesquisei sobre este assunto que colocas e consultei profissional especializado neste tipo de financiamento e o que pude apurar é que a portabilidade de crédito, pelo menos na forma como é utilizada nos créditos consignados, não é usual nos financiamentos de pessoa jurídica e especificamente em tratando -se de FINAME pode-se dizer que é desconhecida até mesmo por advogados especializados. O que se pode dizer é que é uma operação que envolveria várias intituições, o que por si só dificultaria bastante sua realização. Teria o BNDS, depois a instituição primeira que captou o cliente e pagou por estes custos, além de custos de análise de crédito e contratos etc, e deveria ser ressarcida por isso. Depois tem a instituição que ficaria com o financiamento e por fim, o próprio cliente. Mesmo que existisse essa prerrogativa do financiado, não seria uma operação fácil. Eu não poso dizer que não exista uma lei que faculte a portabilidade ao tomador de empréstimo para pessoa jurídica, mas certamente é desconhecido do mercado, e isso só seria possível com a anuência de todos os envolvidos, se como imaginamos, não exista essa obrigação embasada em lei.


 

Pergunta: Quanto rende R$ 100.000,00 na poupança em um mes? R.O.
06/01/2010

Resposta: A Caderneta de Poupança rende 6% ao ano acrescido da taxa referencial (TR). O rendimento líquido (livre da inflação) da Caderneta de Poupança é de 0,5% ao mês.


Pergunta: Como consigo acabar com minha compulsão por compras? Cada dia me sinto mais impotente a esse respeito.
V.M.
17/01/2010

Resposta: A primeira medida para combater essa recorrente hábito de comprar sem necessidade, que nós chamamos de compulsão, é justamente essa consciência de que isto vem nos causando malefícios. Quando essa nova visão toma conta de nossos pensamentos, estamos prontos para inicar uma também nova fase na vida, voltada para desenvolver disciplina , ordem e comedimento na área das nossas finanças pessoais. É possível que essa "compulsão" possa ser sanada pela via da busca do equilíbrio financeiro, mas dependendo do caso, deverá ser orientada não pela economia, mas pela psicologia. No meu livro Caminho Azul há uma referência a compulsão numa entrevista com um psiquiatra. Muitas vezes a compulsão é disparada por uma causa subjacente, com origens diversas, como auto-estima baixa, perdas afetivas, etc, e são estas causas que devem ser tratadas no âmbito apropriado, assim a compulsão é combatida no seu detonador. Extintas as causas inexistem seus efeitos. Se esse desequilíbrio financeiro for de cunho apenas organizacional, a recomendação é começar a colocar no papel sua vida financeira, traçar objetivos, estabelecer limites e impor disciplina rígida nas contas. Clique aqui e pode baixar uma tabela de orçamento e comece pelo seu. O livro Caminho Azul é um bom orientador de organização pessoal, mas existem outros e procure por essa literatura sobre esse assunto. Toda pequena vitória atrai novas vitórias e uma renovada força. Só o fato de procurar por educação financeira e dispor-se a combater a causa de seu desconforto já é uma enorme vitória.


Pergunta: Prezado Senhor: Ganhei de herança R$ 300.000,00. Onde devo aplicar? Sou aposentada. Agradeço.
E.B.
21/01/2010

Resposta: Existem algumas variáveis que devem ser levadas em conta na hora de investir seu dinheiro. Dentro do tripé - Segurança - Rentabilidade - Liquidez, você deve se enquadrar num perfil que definirá o produto a ser considerado como bom para seu investimento. Essas perguntas e suas respostas vão orientar seu dinheiro mais para o lado da renda variável, como ações por exemplo, se seu perfil for mais arrojado, se der preferência a rentabilidade em detrimento da segurança. Se tiver um perfil mais conservador, primando pela segurança, penderá para o lado da renda fixa, como a Caderneta de Poupança. Outra variável é a liquidez, a capacidade de transformar imediatamente seu investimento em dinheiro no bolso. Você tem que saber, dentro do seus planos, quando vai precisar do dinheiro. Para qualquer decisão, é importante ter estas respostas e definir onde investir. O mais acertado seria consultar um especialista em finanças pessoais de sua cidade para traçar suas metas, fazer um planejamento para que seus investimentos estejam a sua disposição quando for necessário, para que não haja dissonância entre seus planos como investidora e suas necessidades de consumidora. Apenas alerto que procure alguém que possa orientá-la com isenção, de preferência alguém que você pague pela informação e aconselhamento, um consultor, alguém que não seja vendedor de papéis. Ele lhe dirá o que é melhor para você depois de saber suas necessidades e disponibilidades. O gerente de seu banco, vai aconselhar a colocar no que é melhor para o banco e para ele, o gerente, a melhor comissão. Ele tem metas a cumprir. Um agente de corretora provavelmente lhe dirá para comprar tudo de ações.
Por tudo isso, eu não posso definir uma carteira de investimentos para você apenas com os dados da sua pergunta, mas digo que enquanto aguarda por mais informações e procura respaldo profissional, coloque seu dinheiro na caderneta de poupança até tomar uma decisão.

 

Pergunta: Pessoa conhecida de longa data propõe me pagar juro de 1% ao mês por 52 meses num valor de R$ 52mil. Disse-me ela que mensalmente terei um valor de R$ 1.286,88. pergunto é um bom negocio? ( o calculo dela está certo?) a garantia que terei é amizade e transferencia automatica e mensal da conta dela para a minha. Hoje este meu dinheiro está aplicado em poupança. Agradeço.
E.B.
26/01/2010

Resposta: O cálculo está razoavelmente certo ( seriam 52 vezes de R$ 1.287,31, com essa taxa de 1% a.m.). É um pouquinho mais do que dá a caderneta de poupança, cerca de 0,3% a 0,4% a mais por mês. Do ponto de vista financeiro é muito pouco pelo risco que envolve este empréstimo, já que amizade não é e nem nunca foi garantia de nada. Tem um ditado que diz que para amigo, é melhor dar o dinheiro do que emprestar, já que assim pelo menos preserva a amizade. Mas a pergunta foi: Será um bom negócio? Resposta: Não, não é um bom negócio, a menos que seu negócio seja a benemerência.


Pergunta: Pretendo abrir uma loja de roupa infantil, mas só estou encontrando ponto comercial com o valor do aluguel acima de R$ 3.500,00. Gostaria de saber qual o faturamento que devo ter para assumir uma locação neste valor.
M & M
26/02/2010

Resposta: É muito difícil estabelecer um valor de faturamento necessário em função de apenas uma variável de custo. Na verdade uma pesquisa poderia definir o faturamento estimado baseado em vários fatores, entre eles, a região, cidade, bairro , rua em que se localizaria o empreendimento, assim como o tipo de comércio, o nicho de mercado a ser atingido, que refletirá no preço e qualidade das mercadorias, e consequentemente na sua rotação. A sua pergunta reflete que provavelmente está sendo esquecida a peça principal de um empreendimento: o PLANO DE NEGÓCIOS. No mundo de hoje, complexo como é, não se pode mais abrir um negócio baseado no feeling, no faro do proprietário apenas, sem esgotar todas as técnicas de simulação antes de abrir as portas. O que eu posso dizer é que o mais acertado, mais coerente e mais barato a médio prazo é contratar um Plano de Negócios, pois será diluido nos primeiros custos. É muito melhor do que começar com pouco movimento e se ver despreparado para segurar o negócio com recursos próprios os primeiros meses (Às vezes mais). No plano entrará a parte comercial, a financeira, pessoal, marketing, ficando assim reduzidas as surpresas que certamente virão, mas terão menor impacto quando sabidas. É possível que com o valor de um aluguel seja possível esta contratação e começar a loja com mais variáveis sob controle e menos incertezas.


Pergunta: Boa tarde! Não sou separada legalmente, mas de corpos já estou separada há 4 anos e estou pensando em abrir uma empresa. No contrato social tenho que colocar que sou casada? Tenho esta dúvida. Se puder, por favor, me esclarecer antes que eu tome a decisão de abrir a empresa.
Att
I 004
10/03/2010

Resposta: A sua situação legal é casada e é isso que tem que ir para o contrato. Se está separada, seria interessante, por todos os motivos dar andamento no pedido do divórcio antes de abrir a empresa para não dar trabalho depois.

 

Pergunta: Estou precisando escrever um artigo cientifico na area financeira, e achei o assunto portabilidade de crédito interessante, notei em uma de suas respostas, que fizeste uma pesquisa sobre o assunto, poderia me informar onde consigo maiores informações, e se esse assunto seria interessante?
A.B.S
25/03/2010

Resposta: O assunto é sem dúvida, interessante, só não sei se poderia render matéria muito extensa. Esse assunto não é muito divulgado e existe um certo aparente desinteresse de tratá-lo. De qualquer maneira vale pesquisar, principalmente na internet, onde tem alguma matéria a este respeito. Aqui no site tem um artigo transcrito que serviu para um comentário que fiz na Rádio Guaíba. Clica Aqui para ler o artigo. Se eu achar mais material sobre o assunto, eu coloco no site e aviso.


Pergunta: Porque é importante um plano de negócios?
J.R.A.R.
25/05/2010

Resposta: O Plano de Negócio, hoje, tornou-se uma peça indispensável para quem pretende iniciar um empreendimento. É importante dentro e fora da empresa. Internamente o plano vai servir como um roteiro de planejamento das ações a serem tomadas, quando e como, quanto cada passo vai custar, a dimensão do negócio. Pode contar com pesquisas que dimensionarão o mercado em em que se insere o empreendimento, claro que o nível e profundidade da pesquisa dependerá dos recursos disponíveis. O plano vai estabelecer metas e quando deverão ser atingidas. Um fluxo de caixa descontado será projetado para dar consistência a viabilidade do negócio. Um bom plano deve analisar os aspectos de mercado, competição, estratégia, organização, gerência, financeiro e outros mais que queira. Enfim, dá a empresa um caminho a seguir no rumo do sucesso, evitando improvisações desnecessárias. No aspecto externo, o plano de negócios serve de baliza para investidores, bancos e outros financiadores que possam se interessar e necessitem de um retrato para analisar do que é ou será o empreendimento. Quanto mais preciso for o plano, melhores são as chances de obter sucesso tanto no desenvolvimento do projeto quanto na obtenção de financiamento. O plano pode ser elaborado por especialista ou ter um caráter mais singelo, na maioria das vezes por falta de recursos, onde normalmente o empreendedor faz por conta o planejamento. Claro que isso varia muito do propósito, mas o certo é que o Plano de Negócios é imprescindível para lançar-se no mercado com alguma segurança.


Pergunta: Boa tarde eu vou receber uma ação trabalhista que ja dura uns 4 anos,e varia entre $100 e $150.000,00, meu advogado me ligou dizendo que havia sido marcada uma reunião com a empresa para acordar um valor e que ficaria em $100.000 pra min já descontados o imposto de renda e os honorarios do advogado, isto é o procedimento correto ou posso estar sendo enrolado, em outra ligação no mesmo dia ele me disse que a empresa iria pagar os honorarios dele, achei estranho pois geralmente os honorarios são descontados em cima do que eu vier a ganhar na causa correto?

M.M.R.
31/05/2010

Resposta: É uma pergunta difícil, até porque foge um pouco do nosso foco, mas pelos valores que foram colocados estão dentro da expectativa conforme sua informação. Normalmente o advogado consulta seu cliente antes de propor e fechar um acordo. Pode ter acontecido de que seu advogado tenho feito um acordo com a empresa e tenha colocado os honorários no pacote e informando-lhe o valor líquido. Para isso ele teria que ter acordado um valor antes de começar a causa e ele descontaria esse valor do que o cliente deveria receber, o que de qualquer forma resultaria no mesmo valor. Não sei se foi isso o que aconteceu, mas se houver alguma desconfiança, seria o caso de estudar mais a fundo o acordo e ver se está tudo a contento e assessorar-se no sindicato da categoria para uma orientação e fiscalização, no caso de ter que tomar outras medidas.


Pergunta: Tenho uma dívida hoje em torno de R$ 60.000,00 com um banco, sendo 3 CDC, 2 financiamentos do cheque especial, 2 parcelamentos de cartão de crédito e um leasing de R$ 15.000,00 onde já paguei 6 parcelas. Como posso negociar isso tudo, sendo que minha situaçao hoje é de total incapacidade? As taxas, em média, cobradas nos contratos são em torno de 4,5%. Só posso comprometer um valor máximo de até 1.200,00 por mês.
Obs.: Só tenho um apartamento financiado em 2009, onde o mesmo foi financiado 90% em outro banco. O que este banco para quem devo pode fazer nesse caso contra mim. Não tenho mais nenhum bem, móvel ou imóvel.
Até o momento estou totalmente em dia com todas as prestações, com o nome limpo na praça.
Grato pela atençao.

E.J.C.

14/06/2010

Resposta: O melhor a fazer é tentar negociar com o banco taxas melhores colocando-os a par da situação, ou seja , que se eles não ajudarem a resolver a situação, ficarão sem o pouco que você pode dispor, já que não podem fazer nada, uma vez que não existem bens dados em garantia e nem é lícito tomar um apartamento nem se estivesse quitado, quanto mais alienado. A rigor, a única coisa que o banco pode fazer é restringir o seu crédito através de sua inclusão nos orgãos de proteção ao crédito tornando-o inapto para continuar a tomar mais dívidas. Este seria seu ônus no caso de parar de pagar. Teria que passar os próximos 5 anos comprando à vista. Mas se for fazer acordo, tenha certeza de que está fazendo algo que possa cumprir, porque senão estará apenas adiando um problema e normalmente por um valor mais alto. Entrar com ações revisionais na justiça não adianta, pois cairá no Supremo como tem acontecido e só serve para aumentar o problema, além dos custos com advogados. Quando um cliente cai na inadimplência, os bancos costumam tentar acordo, e com o passar do tempo, se sentem que é difícil compor, fazem propostas muito vantajosas para o cliente. Por isso é bom manter a calma e tentar fazer um acordo, mesmo que demore um pouco. Primeiro é tentar acertar com o banco.


Pergunta: Acredito que seja interessante corrigir sua página, vc escreveu "sesão" o correto é sessão, com 2 ss.

Juliana Gomes
12/07/2010

Resposta: Obrigado, Juliana. Foi falha no "controle de qualidade". Já foi corrigido.


Pergunta: Minha empresa, uma Ltda, emprestou 15.000,00 para uma pessoa fisica. Como lanço no plano de contas?

M.C.
12/07/2010

Resposta: Acredito que talvez a pergunta poderia ser reformulada para que eu possa dar uma resposta mais coerente e de maior utilidade. O plano de contas é formulado antes de fazer os lançamentos na contabilidade que é feito pelo seu contador, que é o encarregado deste processo. Se estiver se referindo ao livro caixa, que normalmente é feito na empresa, basta discrininar o evento como empréstimo ao "fulano de tal"e registrar como saída. Não sei se é a isto que te referias. Caso não te satisfaça a resposta, por favor pergunte novamente tentando aproximar mais o sua dúvida.


Pergunta: Uma aplicação segura (não obrigatóriamente poupança) de 60.000 euros em Portugal, rende + ou - qto mensalmente?

W.L.
05/08/2010

Resposta: Pesquisei alguns investimentos com algumas variações e encontrei uma rentabilidade de bruta de mais ou menos 4% ao ano. Numa continha rápida seria 2.400 Euros por ano ou 200 euros por mês. O equivalente hoje a mais ou menos R$ 460,00 por mês, mas ainda tem que descontar o imposto de renda (20%) o que resultaria em R$ 368,00. Experimente fazer uma simulação neste site que tem varios fundos disponíveis. http://www.bpiinvestimentos.pt/Simuladores/SimuladorRentabilidade.asp?sim=Fundos


Pergunta: Meu pai faleceu e deixou uma casa de herança para mim e meus irmaos. Vendemos a casa para tranferir a casa tenho que estar com meu nome limpo na praça?

M.
09/09/2010

Resposta: Normalmente é pedido na transferência documentos, negativas de débito tanto do imóvel quanto dos vendedores. Negativas de cartórios, justiça federal etc. Cláusulas do tipo:

"... desde que o VENDEDOR tenha apresentado, em tempo hábil, todos os documentos solicitados pela Caixa Econômica Federal, relativos à sua Pessoa Física e aos Imóveis Objetos deste Contrato, elencados na Cláusula Sexta, adiante; "

Também constam outras cláusulas como esta que retirei de um contrato de compra e venda:

"O PROMITENTE VENDEDOR, para a realização da assinatura do Mútuo Hipotecário na Caixa Econômica Federal, se compromete, tão logo lhe seja solicitado pela COMPRADORA, na apresentação das certidões negativas pessoais, dos Imóveis e demais documentos solicitados pela Caixa Econômica Federal, os quais são de seu pleno conhecimento, a saber:

  • Pessoais: dos 3(três) Cartórios de Protestos de Títulos; do 1º e 2º Distribuidores do Foro de Porto Alegre; da Secretaria da Receita Federal;
  • dos Imóveis: Certidão Negativa de Ônus Reais e Ações Reipersecutórias do Registro de Imóveis; do IPTU da Prefeitura; de Quitação das Obrigações Condominiais;
  • E das demais certidões negativas e documentos que forem exigidos pela Caixa Econômica Federal da pessoa do VENDEDOR e dos Imóveis objetos deste Instrumento, no ato de assinatura do Mútuo Hipotecário;"

Pergunta:

Prezados Senhores,

Tenho uma divida antiga (+ de 5 anos) no Banco do Estado do Rio grande do Sul e no Unibanco, ocorre que os valores ultrapassam 5.000,00, e pelo prazo o registro de negativação do SPC e Serasa, foi cancelado e meu nome não mais consta nestas instituições, porem não consigo realizar nenhuma operação de credito (financiamentos) com nenhuma instituição financeira, pois obtive informações que meu nome consta em uma lista do banco central de dividas vencidas e não pagas... realmente não tenho a menor condição de pagar isso. porem gostaria de sabe como posso pedir a exclusão de meu CPF desta \"lista\" para que possa ter o nome limpo e recomeçar minha vida de maneira organizada e long deste histórico de mal pagador, pois quero abrir uma micro empresa e não estou conseguindo nenhum auxilio financeiro.
Como devo proceder, considerando minha incapacidade de pagamento desta dividas.
Agradeço pelas orientações.

R.M.
10/09/2010

Resposta: Esta lista a que o Senhor se refere, não existe no Banco Central. Houve uma denúncia de que ela existiria entre as instituições bancárias e de crédito, mas isso é de difícil comprovação. As entidades representativas negaram, claro, já que uma lista seria ilegal. Após 5 anos, o nome do devedor deve, por lei, ser retirado dos serviços de proteção ao crédito, como SERASA, SPC etc., mas a dívida em si, não prescreve, ela ainda pode ser cobrada pelo prazo de 20 anos. O que ocorre é que se o devedor não tiver bens , o custo de cobrança não vale a pena para os credores e eles deixam a dívida congelada. Se existe uma lista, ela é ilegal, como já disse, e não deveria ser usada para negar crédito. O que o Senhor pode fazer é, principalmente nas instituições estatais, pedir formalmente uma explicação sobre as razões em que está baseada a negativa, já que não consta restrição ao seu nome em nenhum lugar. Junte as negativas, se preciso. Se ainda persistir a negativa sem uma explicação convincente, seria o caso de partir para uma medida jurídica. Contrate um advogado especializado em direitos do consumidor. Várias vezes tivemos que indicar. Mas a melhor saída é, caso tenha recursos para tal, procurar os bancos para fazer uma oferta dentro das suas possibilidades de pagamento. Não é negócio para eles manter carteira de inadimplentes e um pouco que recuperem é melhor que nada. O banco pensa apenas com a lógica matemática. O resto é conversa.


Pergunta: Olá tudo bem!!!
O que tenho a perguntar não seria tão pertinente quanto a relevância do site, mas to com uma duvida monstra???... to fazendo tcc com o tema geraçao de renda e Economia Solidaria um estudo em um centro de capacitação da minha cidade, mais sou do curso de Contabilidade e nao consigo colocar a contabilidade dentro do conteudo...tem como ajudar?? Obrigada

D.A
31/10/2010

Resposta: Fica difícil tratar destes temas através da contabilidade. São assuntos eminentemente econômicos. Como um dos atributos da contabilidade é o registro dos fatos econômicos, poderia ser útil justamente na coleta de informações a serem trabalhadas no intuito de formas teses a respeito dos temas. Outro ponto que diz respeito a contabilidade, no tocante a geração de renda é a abertura de empresas novas, trabalho afeito a contadores no encaminhamento a junta comercial. Também poderia usar a contabilidade gerencial como tema para a única maneira de empresas, principalmnente as iniciantes, atravessarem os difíceis primeiros tempos. Dentro destas prerrogativas da contabilidade, de registro e preparação de dados para o gerenciamento e administração, é possível achar caminhos e formas interessantes de inserir suas técnicas no tratamento destes temas. Procura começar de forma tangencial o teu trabalho e ir em direção ao centro da questão à medida que vai evoluindo e as idéias vão surgindo e se formando.

 

Pergunta: Tenho compulsão por comprar futilidades tudo que vejo e gosto sinto uma sensação de prazer em comprar sem controle.E,estou passando por uma situação difícil financeiramente com muitas dívidas pra pagar,gostaria de saber se isso é uma doença? Se tem tratamento? O que eu faço? Preciso de uma ajuda?

V.F.G.

28/03/2011

Resposta: É bastante comum esse comportamento que vens apresentando, o que não significa que seja normal. Muitas vezes a compulsão de comprar aparece em substituição a coisas, valores ou pessoas que perdemos e inconscientemente queremos nos recompensar ou criar outros problemas para desviar aquilo que realmente nos preocupa. Uma espécie de fuga. A compra estimula nossa zona cerebral responsável pelo prazer, mas isso não basta, nunca basta. Após uma compra é preciso outra e outra e outra. Como consequência vêm as dívidas. Obviamente é imprescindível atacar a causa através de ajuda psicológica, ou o problema persistirá e com desdobramentos desagradáveis em várias frentes, não só a financeira. É muito importante fazer um controle de despesas em paralelo a esse tratamento, fazer planilhas e tabelas de acompanhamento. Isso ajuda a desenvolver disciplina e dá um estímulo extra a vontade de voltar ao equilíbrio. Aqui no site tem tabelas prontas para baixar e começar o controle . É preciso força de vontade e perseverança num primeiro momento. Depois acostuma e vira um hábito.
 

Pergunta: Estou para fazer um financiamento imobiliário. Seria interessante diminuir ao máximo o montante financiado utilizando-se de previdência privada que possuo na empresa que trabalho e outras reservas? Ou seria melhor manter minhas reservas ao máximo e mesmo que eu financie mais do que esperava, e arco com valores de juros maiores? Pois tenho interesse de quitá-lo em no máximo 5 anos, ou menos.

AAS

12/04/2011

Resposta: O melhor seria usar reservas existentes, diminuir o valor financiado, sempre no intuito de pagar menos juros. O valor adicional que iria para as prestações, torna a ser aplicado nos mesmos ativos, no caso, previdência ou fundos etc. A diferença é que pagará menos juros, entretanto ficará com menos liquidez enquanto não for recomposta a poupança. É um pequeno ônus em favor do aumento do patrimônio.
 

Pergunta: Sobram 100,00 p/mes.Compro euro ou dolar?

Rosália

01/07/2011

Resposta: Só se for para viajar e aí depende do destino, se EUA ou Europa. Se a intenção é investimento põe na Caderneta de Poupa,ça até atingir um maior volume para migrar para um investimento mais rentável. Na caderneta de Poupança seu dinheiro não sofre a corrosão inflacionária que atinge as moedas atualmente.